domingo, 23 de agosto de 2009



Eu sei que você esteve aqui...
Quanto tempo esperou?
Nana voltará a ser o mesmo...

Não adianta esperar
Se desprenda de tudo
E desperdice seu tempo sozinho
Essa é a melhor forma
De aproveitar...

Para que esperanças?
Ela é apenas uma velha traidora
jogando peças em sua mente

Deixe acontecer...

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Viver é sofrer



Viver é sofrer

Você vive...
Você deseja...
Você tenta...
Você conquista...
Você realiza...
Você se cansa...
E você deseja novamente...
Por quanto tempo?

O tempo que a vida desejar
Desejar o desejo dos descontentes
O desejo dos infelizes
Desejar acima de tudo
É viver a morte precipitada
Correr com correntes
Presas no desejar

E eu quero desejar não desejar
E viver...

sexta-feira, 27 de março de 2009




Versão do mundo

Raios “estrelares”, sobrevoavam no céu
Da obscura terra
Extensa, devastadora e acolhedora.
Que nasce e nos envolve
Nos arrepende, e nos devora
Encantadora e lúcida
Mas alastrante ao modo cruel que homens a predestinaram
Devastando tudo que já fora um dia divino
Manchando os chãos sagrados
De sangue e terror
Espalhados nos rostos atormentados pelo medo
Por ser o próximo a ser a vitima ou o devastador
Quem vai sobreviver a essa guerra?
Onde o que sofrem são os predestinados
Há algum dia morrer ali
Sem valor, sem reconhecer, humanos como todos em comum.
Mais a ser consumido pela terra?
Que um dia o liquidou
Malditos e insensatos
Quem são os poderosos
A guiar suas mentes para seus próprios delírios
Que sorriem, em ver o pânico, e a dor
Nos rostos alheios.
Inoportunos, por não saberem não entenderem.
Ate onde vão chegar
Desejarão própria morte e o inferno
Contraditórios acontecimentos, tristes mais reais
Onde os culpados vivem e inocentes pagam por eles
Longe de saberem
Olhos fechados
Comandados pelo diabo
Ou talvez Deus que nos põe em teste
Para se algum dia vamos duvida-lo
A noite torna-se mais escura
E nevoantes
A medida que alguns cai
Outros o observam caindo
Vai e volta
Procurando algum lugar seguro
Mas não há, não há alegria.
Não há certezas
Não aqui, em nenhum lugar que possa existir



terça-feira, 24 de março de 2009




ô como o tempo passa!



É assim aqui estou eu novamente escrevendo algumas coisas que me fizeram lembrar, que realmente me fizeram pensar sobre a vida, e é tão estranho pensar que muitas coisas mudaram, e que depois de algum tempo você sente realmente o valor daqueles momentos que passaram. Talvez eu esteja sendo nostalgica demais para dizer isso, mas é isso realmente que acontece é que quando estamos vivendo o momento presente, as coisas se tornam embaraçosas demais, assim no ponto de vista real, e aquela sensação de medo ou talvez ansiedade de algo possa ou não dar certo, provoca uma diversidade de sentimentos que não conseguimos decifra-los. Justamente agora, isso acontece de tal forma, basta apenas lembrar da epoca escola, o pessoal de classe, as provas, os professores, e eu poderia imaginar que já fazem quase 4 anos depois que tudo isso passou? é o tempo passa, e justamente agora. E apesar disso tudo, posso dizer que como aquele tempo era bom, e porque eu não conseguia perceber isso? Porque não conseguia aproveitar melhor, porque algumas coisas pareciam-me tão dificeis, eu sei que posso conseguir responder a essa e muitas outras perguntas, mas não basta-me respostas. O que falta então? Eu sei que a resposta seria a mesma para o agora, eu não posso sentir o tempo, eu posso vivencia-lo, a unica forma detorna-lo diferente é não deixar que o fantasma do medo domine o presente. Se vamos conseguir, se chegaremos a tempo, serealmente tivermos vontade, se será dificil, se acontecer alguma coisa... Existe tantas duvidas e pressentimentos que me faz pensar que o mais dificil é conseguir manter algum pensamento positivo, porque alem do mais acredito que o que nos mantém,é o força do pensamento. E isso me leva um pouco mais além, como conseguiriamos manter tal força? Nós sempre desejamos algo que não temos, sempre buscamos algo além do que já possuimos, e é de extrema certeza que quando alcançamos o que é tão desejado essa felicidade perdura por algum pouco tempo, e depois? O que fica é o vazio daquilo que pensamos queiria nos preencher, e onde estará a força que nos conduz em vida? Em nós próprios? Sim consideria a todo caso que está em nós mesmos, mas não faz diferença sermos fortes quando não podemos ser felizes. Dizem que a vitória parece ser melhor quando perdemos, pois aí aprendemos a tentar. O que justifica a vida, é a forma como interpretamos, tudo e todos, as pessoas, as situações,as palavras, então aí está o pensamento vale muito, assim como devemos sentir que o mais importante é o agora, pois é só lembrar pelo tempo que passou, pelo que não fizemos, pelo que não valorizamos e mudar algumas coisa que devemos mudar.



É o tempo passa...

Nunca mais acordar

Esconda-se em seu sorriso estranho
Na madrugada sangria
Nos sonhos vou me perder
Para nunca mais acordar
Estará tudo perdido


A chuva derrete lá fora
Meus pensamentos não me deixam dormir
Contos suaves em noite vazia
Leva-me a vagar na escuridão
Olho para as paredes que choram
Constantemente elas contam os meus segredos
Reflete a luz lá fora


Sombras se manifestam
Faz-me viajar em pesadelos,
A noite morre, ela vem me encontrar.
Devagarzinho elas sussurram para eu aceitar
Eu sangro, bebo do seu veneno mortal.
Eu sangro
E com a noite, vejo os pesadelos apagar.
Para nunca mais acordar

domingo, 15 de fevereiro de 2009




















Meia Noite

O dia torna-se noite
A verdade se torna real
Nada você poderá esconder
Não precisamos mais fingir

O sorriso escondido
Atras do tempo, da tempestade
confiando no amanhã
quando a porta da possiblidades
todos os dias estão fechadas

Sua mente não pode enganar
Tão fraco pra entender
O que realmente faz você?
Respirando a morte
Ela se torna seu pensamento?
Ela é seu abrigo no final do dia?
A escuridão que encobre suas razões
Não podemos mais pensar
Com uma mente traçoeira

Enfrente você mesmo
Por quanto tempo você conseguiu enganar
O que as pessoas vêem não é o que você vive
O vazio procedente em uma noite sem fim

Morre, mais um dia
como uma vida, nascida por engano

Confronto

Eis a neblina, dias e cores
O confronto do tempo, dos momentos
Das àguas correntes, do traço à volta
Dos que esperam no tempo

Um ancião, um rei, uma jovem e uma senhora
Um sorriso, uma lágrima
Uma satisfação, e uma luta vencida
Lágrimas da felicidade
Sorriso de angustias
Tão apertado, solitário e sonhador
Uma fábula no presente decadente
Eis o confronto do que somos
E do que queremos ser

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009




Veneno

O ar que respiras
As palavras que você consente
A solidão que te apavora
A ansiedade que te consome
A tempestade que nebula a mente
O veneno que você bebe
é o que você não sente

Os olhos que não veem
O que você não ouve
O veneno que entorpece
Faz de você o que não é

Quando a luz torna-se trevas
A alegria uma utopia
A amizade que nunca existiu
Aqui está você

Você sempre está sozinho
Em sua mente
Sozinho
Em seu vazio

Veneno

quarta-feira, 1 de outubro de 2008


Noites

Enquanto a sombra no horizonte
Invade em cada segundo
em mais um dia no mundo
O sol queima a vislumbrar o céu
É a escuridão que se torna o véu
Em uma explendida noite

A noite finda o dia
E sozinha espera
Para que reparassemos na lua
que contente está a brilhar

Esquece-te os problemas
Ela está lá

Salientando o céu
Não para te fazer chorar
Mas quem sabe ao contempla-la
Voltarás a acreditar

Assim se vão as noites
Tranquilas, desesperadas
Silenciosas, solitárias
Quando a lua traduz
O que não conseguimos entender
É porque estamos perdendo
O verdadeiro sentindo de viver

"As melhores coisas são simples mas
dificilmente conseguimos perceber"

segunda-feira, 22 de setembro de 2008



Silêncio das palavras

Nas quimeras adormecidas
Cessou em amargura meus desejos
Ela era mentirosa e pretenciosa
Transtornava-se em seus pensamentos

Somos como um rio
O tempo é como vento
que toca em nossa face e vai embora
mas por dentro
não há vento não há tempo
viver é somente um desalento

quem abriu as portas?
não há mais mentiras lá fora do que aqui dentro
destruindo como ilusão em um eterno momento

quem deu-me vida
deu-me a morte
Desejei desconhecer a vida
o que porventura é certo
não haveria céus ou inferno

quem dera não tivesse nascido
quem dera morresse na infância
assim seria o desconhecido
assim seria como os anjos
que como a pureza da inocência
tornam-se mais proximos de Deus.