Versão do mundo
Raios “estrelares”, sobrevoavam no céu
Da obscura terra
Extensa, devastadora e acolhedora.
Que nasce e nos envolve
Nos arrepende, e nos devora
Encantadora e lúcida
Mas alastrante ao modo cruel que homens a predestinaram
Devastando tudo que já fora um dia divino
Manchando os chãos sagrados
De sangue e terror
Espalhados nos rostos atormentados pelo medo
Por ser o próximo a ser a vitima ou o devastador
Quem vai sobreviver a essa guerra?
Onde o que sofrem são os predestinados
Há algum dia morrer ali
Sem valor, sem reconhecer, humanos como todos em comum.
Mais a ser consumido pela terra?
Que um dia o liquidou
Malditos e insensatos
Quem são os poderosos
A guiar suas mentes para seus próprios delírios
Que sorriem, em ver o pânico, e a dor
Nos rostos alheios.
Inoportunos, por não saberem não entenderem.
Ate onde vão chegar
Desejarão própria morte e o inferno
Contraditórios acontecimentos, tristes mais reais
Onde os culpados vivem e inocentes pagam por eles
Longe de saberem
Olhos fechados
Comandados pelo diabo
Ou talvez Deus que nos põe em teste
Para se algum dia vamos duvida-lo
A noite torna-se mais escura
E nevoantes
A medida que alguns cai
Outros o observam caindo
Vai e volta
Procurando algum lugar seguro
Mas não há, não há alegria.
Não há certezas
Não aqui, em nenhum lugar que possa existir